Minha tela representa a “corredeira do maurício”,
que fica no sítio do Professor
Maurício.
Ela tem uma queda
de aproximadamente dois
metros de altura e, em uma
classificação de zero a seis, ela é nível três. Lá
eu já passei apertado. Eu trabalho com “rafting”,
sempre que uma agência
me chama, e
uma vez, quando o rio estava muito cheio, eu fiquei preso no refluxo, com o bote cheio de clientes.
Na hora me deu medo, a adrenalina foi a mil,
mas com a ajuda da equipe
que faz o “saift”, consegui sair de
lá e continuar o percurso.
A
partir daquele dia, esse
lugar me marcou, e sempre que passo por lá, eu
me lembro do que senti. Na
tela, eu nem representei o rio tão
cheio como ele fica, porque eu queria mostrar o lugar.
Quando o rio enche, a pedra do meio nem aparece. Minha
inspiração veio dessa lembrança.
Augusto Alves
Pinheiroé
alunoda Escola Dinah.
O Velho do Rio
Há muito ele
estava ali sentado, apenas observando as árvores, o rio e o
céu. Sentia-se
cansado (não tinha muito tempo). Com
lágrimas nos olhos, pegou um papel e um lápis e
começou a escrever: "Aqui eu vejo toda minha
infância. Aqui
eu vejo tudo o que tiraram de mim! Existiam
tantas flores, árvores e animais, Como
pode tudo acabar assim? Lembro-me
de quando havia rosas pelos campos, quando
os animais corriam em paz. Agora
eu vejo no céu erguerem-se mantos, Mantos
de fumaça e lágrimas, e de nada sou capaz. Sinto
agora a nova era, as novas metas, O
mundo canta a música da total
modernização. Os
homens trocam vidas por dinheiro, O aquecimento global
destrói também meu
coração..." Releu
uma vez tudo o que escreveu, torceu e acreditou que alguém
fosse compreender sua mensagem.
Sentia-se feliz, quando pôs os pés na
água, recostou em uma pedra e fechou os olhos.
Danilo
Teixeira Antonioé
alunoda Escola Dinah.
Sonho que Escrevi
Quando as pessoas
falam em preservar o
meio ambiente, em conscientizar
o outro da importância
do lugar onde vivemos, parece que a culpa nunca é da
gente.
Sempre é de alguém. Do vizinho, dos turistas,
dos poderes.
Mas todo mundo tem
responsabilidade.
Seja por que fez
ou por que deixou de
fazer sua parte.
E não podemos
deixar ninguém, nem
nós mesmos, tirar
o que é nosso.
"Tirando
o antigo rosário, da bolsa em seu colo, a velha professora
envolve-o nos dedos magros e diz sobre os óculos: -
Façam a prova quietinhos que eu vou orar por vocês. Logo, a velhinha
estará cochilando, enquanto a classe aproveita para tirar
suas dúvidas uns com os outros".
No cumprimento de uma das
tarefas do Eco Esporte,
as alunas Rosa, Aline e
Aryane, estudantes do 1º
Ano A do Ensino Médio, acompanhadas pela
professora Mirian,
visitaram a senhora Graça
Balestrero, sobrinha e filha adotiva de Dª Dinah,
em busca de mais informações
e curiosidadessobre
a professora que deu nome à nossa escola.
As visitas
foram várias, e todas as vezes, as meninas
foram muito bem recebidas.
Hoje, caracterizada
como a Profª
Dinah, Aryane
apresentou-se à comunidade no palco
do evento, onde pode compartilhar
com todos, um pouco mais da vida da professora, que mesmo com as
limitações impostas por uma deficiência
física, dedicou muitos anos de sua vida
à profissão. Conheça
um pouco mais da história da mestra, CLICANDO AQUI.