Cultura
Afro-Brasileira
A cultura
africana agora faz parte do currículo.
Cumprindo as determinações da Lei Federal 10.639/03,
(veja aqui) a qual torna obrigatório o
ensino sobre História
e Cultura Afro-Brasileira nos estabelecimentos de ensino
fundamental e médio, com o objetivo de estimular os alunos a repensarem
a história do negro e identificar as diferentes formas de
preconceito, as 8ª
séries e os 1º anos do ensino médio
assistiram ao filme
“Quanto vale ou
é por quilo?” com
direção de Sérgio
Bianchi. (visite
o site oficial)
O filme traça um paralelo entre a vida no
período da escravidão
e a sociedade brasileira contemporânea,
focalizando as semelhanças existentes no contexto social e
econômico das duas épocas.
"(...)
Quem será perfeito? Até agora eu não
achei! Isso é a prova que todos
são diferentes, e todos têm preconceito ao
próximo. Mas nós só
enxergamos o defeito do outro, o nosso, nunca!" - Osmarina
Madonna da Silva, 8B.
Trabalharam também a redação
da Prova do Enem 2007,
com o tema “o
desafio de se
conviver
com a diferença” e um texto do Saresp 2004, “Retrato
falado do Brasil” de Sergio Abranches,
que trata da desigualdade racial no Brasil, mostrando que a sociedade
não quer enxergar a discriminação
racial por achar que esse “problema”
pertence ao negro.
"Negros,
brancos, amarelos, pessoas de todas as crenças. Somos todos
iguais, mas
todos temos diferenças. Cultura contra cultura.
Não julgue pra não ser
julgado. Ninguém sabe o amanhã,
ninguém sabe o certo e o errado (...)" -
Bárbara Caroline Silva da Costa, 8C.
Os trabalhos foram desenvolvidos através de redações,
poesias, relatórios sobre o filme, desenhos e colagens.
(publicado
no blog)
O material resultante
ficou excelente.
Aqui vai uma pequena amostra:

Igual ou diferente
Renata
Aguilar – 8ª C
É
difícil saber se
os julgamentos surgem por sermos todos iguais, ou
por sermos todos diferentes. Ser diferente
às vezes é muito complexo,
insuficiente. Independente de qual seja a característica que
te faz
diferente dos outros, ela pode não ser o bastante para ser
aceitável.
Da mesma forma, ser igual aos outros não te destaca, e isso
com certeza
é uma das dificuldades da sociedade.
Ser
diferente em sua cor ou nacionalidade, língua ou
religião, aparência ou
personalidade, isso não o torna menor. Temos que refletir
sobre o
problema, e
não o problema da diferença em si, mas ao ser discriminado
de alguma forma, esse alguém deve pensar se o problema
encontra-se nele
ou na sociedade que o julga intolerantemente?
É
visível e incontestável que não somos
iguais uns aos outros, mais ainda
não é totalmente aceitável. Ser
diferente não é crime, portanto, não
tenha medo de ser. Com essa sua coragem podemos fazer com que a
sociedade compreenda que a grande maravilha está em,
justamente, sermos
todos diferentes.
Todas as
cores
Ana
Beatriz Dias – 1º C
Todos os
tipos
Correndo
atrás
Pra serem iguais
São
bilhões de olhos
Alguns verdes
Alguns azuis
E alguns pretos
Mas fechados
São todos
iguais
Todos a bordo
Da mesma nave
Dando na mesma
velocidade
Voltas no rei Sol.

Prof
Miriam Correa
leciona História
na Escola Dinah
Clique sobre a foto para visitar o blog da Escola Dinah.